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20 de jul. de 2026 · 15 min de leitura

15 anos acompanhando a evolução da Mobilidade Corporativa no Brasil

Alysson Freitas

Diretor de Inovação

Imagem de capa do artigo: 15 anos acompanhando a evolução da Mobilidade Corporativa no Brasil

Durante quinze anos acompanhamos a evolução da mobilidade corporativa. Agora queremos ajudar a construir os próximos quinze.

Quando a Y3 Gestão iniciou suas atividades, em 7 de julho de 2011, a mobilidade corporativa tinha uma configuração muito diferente da atual.

Os celulares utilizados pelas empresas eram, em sua maioria, equipamentos simples, como o famoso "Nokia lanterninha". As chamadas de voz representavam grande parte do consumo, o SMS ainda era uma ferramenta relevante de comunicação e acessar a internet pelo telefone estava longe de ser uma experiência comum para todos os profissionais.

O maior desafio das organizações estava nas contas de telefonia.

As faturas chegavam impressas, com centenas ou milhares de páginas. Nelas estavam distribuídos valores de assinaturas, chamadas locais, ligações interurbanas, roaming, mensagens, pacotes de dados e diferentes condições comerciais negociadas com as operadoras.

Compreender tudo aquilo exigia tempo, conhecimento e muita atenção.

Foi nesse contexto que a Y3 nasceu.

Não existiam ainda as estruturas tecnológicas que temos hoje, mas já existia uma necessidade muito clara: transformar uma grande quantidade de informações dispersas em dados que ajudassem as empresas a tomar decisões melhores.

Como era a Mobilidade Corporativa em 2011

Em 2011, administrar a telefonia de uma empresa significava lidar com contratos complexos, diferentes planos, linhas distribuídas entre áreas e colaboradores e uma enorme quantidade de registros de consumo.

A conferência das faturas era difícil. Identificar cobranças indevidas, linhas sem utilização, planos incompatíveis com o perfil de consumo ou oportunidades de redução exigia um trabalho detalhado, que muitas empresas não tinham estrutura para realizar internamente.

Ao mesmo tempo, qualquer inconsistência poderia se repetir durante meses.

Uma linha que não deveria mais estar ativa continuava sendo cobrada. Um colaborador permanecia vinculado a um plano inadequado. Serviços contratados deixavam de ser utilizados, mas permaneciam na fatura. Valores negociados nem sempre eram aplicados como esperado.

O custo de telecomunicações não dependia apenas do volume utilizado. Também era resultado da qualidade das informações, da organização dos processos e da capacidade de acompanhar continuamente os contratos.

Foi para ajudar as empresas a compreender esse cenário que a Y3 começou sua trajetória.

O trabalho inicial estava concentrado na análise de contas, na conferência das cobranças e na identificação de oportunidades de melhoria. Com o tempo, essa atuação se consolidou no que o mercado passou a chamar de Telecom Expense Management, ou TEM.

TEM é a disciplina responsável por organizar, controlar e otimizar despesas, contratos, inventários e processos relacionados aos serviços de telecomunicações de uma organização.

Na prática, porém, o aprendizado da Y3 começou antes mesmo de esse conceito fazer parte do vocabulário cotidiano de muitas empresas brasileiras.

Antes dos sistemas, existiam planilhas

A história da Y3 começou de maneira simples e muito prática.

Tudo começou com planilhas em Excel. Os dados das faturas eram organizados manualmente, os consumos eram conferidos e os resultados eram transformados em informações que os clientes pudessem compreender e utilizar.

Os primeiros relatórios eram produzidos em planilhas Excel construídas manualmente e depois convertidos em PDF para serem enviados aos clientes.

Esse processo exigia esforço, mas estabeleceu uma característica que permanece presente na empresa: a decisão deve ser sustentada por dados.

Antes de recomendar uma mudança, era necessário compreender o cenário. Antes de apontar uma oportunidade, era preciso demonstrá-la. Antes de questionar uma cobrança, era fundamental ter evidências.

A tecnologia utilizada era simples, mas o princípio já estava definido.

As opiniões poderiam iniciar uma discussão. Os dados deveriam orientar a decisão.

Foi assim que a Y3 começou a desenvolver uma cultura analítica muito antes de expressões como Business Intelligence, Big Data e Inteligência Artificial se tornarem comuns no ambiente corporativo.

O início da jornada

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Muito antes da tecnologia, vieram as pessoas

Nenhuma empresa é construída apenas por ferramentas, processos ou sistemas.

A história da Y3 começou com Alysson Freitas organizando as primeiras análises em planilhas Excel. Logo, Júlia Mendonça passou a fortalecer a relação com os clientes e a atuação comercial, enquanto Francisco de Arruda, o Chico, assumiu o desafio de estruturar a operação e aprimorar os processos.

Desde o início, essas três frentes caminharam de forma complementar: Alysson com a tecnologia e a capacidade analítica, Júlia com o relacionamento e o desenvolvimento comercial, e Francisco com a organização da operação e da gestão.

Foi essa combinação que ajudou a formar a base da Y3.

A tecnologia permitia organizar os dados. A proximidade com os clientes ajudava a compreender o que aqueles dados realmente representavam para cada organização. A estrutura operacional transformava essa compreensão em entregas consistentes e processos capazes de evoluir.

Essa história também foi construída por todos os profissionais que passaram pela Y3 e por aqueles que permanecem na empresa até hoje. Alguns colaboradores já somam mais de onze anos de trajetória conosco, acompanhando mudanças no mercado, na tecnologia e na própria organização.

O conhecimento acumulado pela Y3 está nas ferramentas que desenvolvemos, mas também está na experiência das pessoas que aprenderam a resolver problemas reais ao lado dos clientes.

Algumas empresas que confiaram na Y3 logo nos primeiros anos continuam conosco até hoje.

Essa continuidade representa uma relação que foi muito além da entrega de relatórios. Ela foi construída com presença, confiança, aprendizado conjunto e responsabilidade pelos resultados.


Quando os smartphones mudaram as regras do jogo

Durante os primeiros anos da Y3, a atenção das empresas estava concentrada principalmente nas linhas, nos planos contratados e nas contas de telefonia.

Os aparelhos tinham menor relevância financeira. Em muitos casos, eram utilizados quase exclusivamente para chamadas e mensagens. O valor do equipamento era pequeno quando comparado ao custo acumulado dos serviços de telecomunicações.

A popularização dos smartphones alterou essa realidade.

O telefone deixou de ser apenas um meio de comunicação e passou a funcionar como uma estação de trabalho portátil. E-mails, documentos, aplicativos corporativos, sistemas internos, autenticação, videoconferências e informações estratégicas começaram a acompanhar os colaboradores em qualquer lugar.

O aparelho também se tornou mais caro e mais importante para a operação.

Um equipamento perdido já não representava somente a necessidade de substituir um telefone. Poderia significar exposição de dados, interrupção do trabalho, acesso indevido a sistemas e risco para a empresa.

Administrar apenas a linha telefônica deixou de ser suficiente.

Era necessário cuidar também do dispositivo, das configurações, dos aplicativos, das políticas de segurança e do acesso às informações corporativas.

Foi assim que a Y3 ampliou sua atuação para o universo do Mobile Device Management, ou MDM.

A gestão da fatura deixou de responder a todas as perguntas

O crescimento dos smartphones nas empresas trouxe benefícios importantes. Os profissionais ganharam mobilidade, agilidade e acesso a recursos que antes estavam restritos ao escritório.

Ao mesmo tempo, surgiram questões que não faziam parte da rotina das organizações em 2011.

Como garantir que um dispositivo corporativo esteja protegido?

Quais aplicativos podem ser instalados?

O que deve acontecer quando um aparelho é perdido ou roubado?

Como configurar centenas ou milhares de equipamentos sem depender de procedimentos manuais?

Como separar informações pessoais e corporativas?

Como acompanhar o inventário de dispositivos distribuídos entre unidades, cidades ou países?

Como garantir o cumprimento das políticas internas e das exigências de proteção de dados?

As plataformas de MDM passaram a responder a uma parte importante dessas perguntas. Elas permitiram configurar equipamentos, aplicar políticas, distribuir aplicativos, proteger dados e executar ações remotamente.

Ainda assim, havia outra dificuldade.

As informações sobre os serviços de telecomunicações estavam em um ambiente. Os dados dos dispositivos estavam em outro. Os registros financeiros, os inventários, os chamados de suporte e os contratos também seguiam caminhos diferentes.

TEM e MDM evoluíram como disciplinas importantes, mas muitas vezes eram conduzidas de forma isolada.

Na prática, ambas estavam relacionadas ao mesmo recurso corporativo: o dispositivo utilizado por uma pessoa para acessar informações e executar seu trabalho.

Descobrimos que existia uma jornada completa

A convivência diária com operações de diferentes portes e segmentos permitiu que a Y3 ampliasse sua visão sobre a mobilidade.

Os desafios não começavam na ativação da linha e não terminavam na configuração do smartphone.

Antes que um equipamento chegasse ao colaborador, alguém precisava identificar a necessidade, definir o modelo adequado, realizar a aquisição, registrar o ativo, contratar a conectividade e preparar o dispositivo.

Depois da entrega, começava outra sequência de atividades: suporte, manutenção, controle de uso, movimentações internas, substituições, ajustes de plano, atualizações de segurança e acompanhamento do inventário.

No encerramento do ciclo, ainda era necessário recolher o equipamento, proteger ou apagar os dados, avaliar o reaproveitamento, realizar o descarte adequado e atualizar todos os sistemas envolvidos.

Essa visão deu origem ao que chamamos de Jornada do Dispositivo.

A Jornada do Dispositivo representa o ciclo completo de um ativo móvel dentro da empresa, desde a identificação da necessidade até sua substituição, reutilização ou destinação final.

Ela reúne etapas que frequentemente pertencem a áreas diferentes:

  • planejamento e aquisição;
  • contratação dos serviços;
  • cadastro e inventário;
  • configuração e provisionamento;
  • entrega ao usuário;
  • utilização e segurança;
  • suporte e manutenção;
  • movimentações e trocas;
  • controle financeiro;
  • recolhimento;
  • reaproveitamento ou descarte.

Essas etapas são interdependentes.

Quando o cadastro inicial está incorreto, o inventário perde confiabilidade. Quando a movimentação de um dispositivo não é registrada, os custos podem permanecer associados ao usuário errado. Quando o desligamento de um colaborador não aciona os processos necessários, linhas, acessos e equipamentos podem continuar ativos.

Por isso, a mobilidade não deveria ser administrada como uma coleção de atividades separadas. Ela precisava ser compreendida como um ciclo contínuo.

A Jornada do Dispositivo

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O problema não estava apenas na tecnologia

Quanto mais a Y3 aprofundava sua atuação, mais evidente se tornava uma dificuldade recorrente.

As empresas possuíam ferramentas, mas nem sempre possuíam uma visão integrada.

A equipe responsável pelas despesas de telecomunicações trabalhava com determinados dados. A área encarregada dos dispositivos mantinha outro inventário. O suporte utilizava uma ferramenta diferente. Os contratos estavam armazenados em outro ambiente. As informações de segurança permaneciam sob responsabilidade de mais uma equipe.

Cada área conseguia enxergar uma parte da operação.

Poucas conseguiam enxergar o conjunto.

Era possível encontrar uma linha ativa vinculada a um colaborador que já havia deixado a empresa. Um smartphone aparecia no inventário patrimonial, mas não estava relacionado ao usuário registrado na plataforma de MDM. Um equipamento permanecia protegido tecnicamente, embora os custos associados a ele não estivessem devidamente identificados.

Também ocorria o contrário: a fatura apresentava um serviço ativo, mas a empresa não conseguia confirmar com segurança qual dispositivo ou colaborador o utilizava.

Nenhuma dessas situações era resolvida apenas com a contratação de uma nova ferramenta.

Era necessário conectar dados, processos e responsabilidades.

O nascimento do Yntegra

Foi a partir dessa necessidade que nasceu o Yntegra.

Sua criação representou a evolução de uma visão construída ao longo de anos de atuação prática: a mobilidade corporativa precisa ser compreendida e administrada como um ecossistema.

O Yntegra foi concebido para apoiar a orquestração das diferentes frentes envolvidas nesse ambiente, como TEM, MDM, inventário, contratos, operações, atendimento, analytics, automações e integrações.

Quando essas informações são observadas de maneira conectada, a empresa deixa de enxergar somente linhas, faturas ou dispositivos individuais.

Passa a compreender relações.

Qual colaborador utiliza determinado equipamento?

Qual linha está associada a esse dispositivo?

Qual é o custo total desse recurso?

O equipamento está protegido?

O inventário está atualizado?

Há chamados em aberto?

O contrato está vigente?

Existe alguma ação necessária?

A resposta a essas perguntas depende de dados provenientes de diferentes fontes. O valor está na capacidade de organizá-los e transformá-los em uma visão útil para a gestão.

O Yntegra marcou uma nova fase da trajetória da Y3, mas não surgiu como uma ruptura com aquilo que fazíamos antes. Ele é resultado do aprendizado iniciado nas primeiras faturas, ampliado pelos projetos de TEM, aprofundado com o MDM e organizado a partir da Jornada do Dispositivo.

Essa evolução nos conduziu ao conceito que hoje orienta o posicionamento da Y3: a Governança da Mobilidade Corporativa.


O que permaneceu durante esses quinze anos

Quando observamos apenas as soluções, a Y3 de hoje parece muito diferente da empresa fundada em 2011.

Começamos analisando faturas de telefonia. Ampliamos nossa atuação para contratos, inventários e operações. Entramos no universo do MDM. Estruturamos a Jornada do Dispositivo. Criamos o Yntegra e passamos a trabalhar com uma visão integrada da mobilidade corporativa.

As ferramentas evoluíram e a complexidade aumentou.

Algumas convicções, porém, permaneceram.

A primeira delas é a importância de resolver problemas reais. A tecnologia só tem valor quando melhora uma operação, reduz riscos, organiza informações ou ajuda alguém a tomar uma decisão.

A segunda é a proximidade com o cliente. Compreender o contexto de cada organização sempre foi uma parte essencial do trabalho da Y3.

A terceira é a confiança nos dados. Recomendações importantes não deveriam depender apenas de percepção, hábito ou opinião.

Esses princípios ajudaram a empresa a atravessar diferentes fases do mercado sem perder sua identidade.

Relacionamentos construídos no dia a dia

Mobilidade corporativa é um tema tecnológico, mas seu funcionamento depende de pessoas.

Por trás de cada linha existe um usuário. Por trás de cada dispositivo existe alguém trabalhando. Por trás de cada política de segurança existe uma operação que precisa funcionar. Por trás de cada projeto existem equipes com responsabilidades, limitações e objetivos diferentes.

Essa compreensão sempre influenciou a forma como a Y3 se relaciona com seus clientes.

Muitas vezes, o desafio apresentado inicialmente não revela o problema completo. Uma solicitação de redução de custos pode esconder falhas no inventário. Uma dificuldade na configuração dos aparelhos pode estar relacionada ao processo de aquisição. Um aumento nas despesas pode ter origem em movimentações de usuários que não foram registradas.

A proximidade permite investigar essas relações e compreender o que está acontecendo além do primeiro sintoma.

Ela também explica por que alguns clientes permanecem conosco desde os primeiros anos. A confiança não foi construída em um único projeto, mas na continuidade das entregas e na disposição para acompanhar as mudanças vividas por cada organização.

Dados antes das opiniões

A cultura orientada por dados começou nas primeiras planilhas da Y3.

Naquela época, cada análise precisava ser construída manualmente. Era necessário organizar os registros, conferir os valores, comparar períodos e demonstrar as conclusões de forma clara.

Hoje, as tecnologias são mais avançadas. Há plataformas analíticas, automações, integrações e recursos de inteligência artificial capazes de processar grandes quantidades de informações.

A essência, no entanto, continua a mesma.

Um dado incorreto pode produzir uma conclusão equivocada com muito mais velocidade. Uma automação aplicada a um processo desorganizado pode apenas ampliar o problema. Um painel visualmente sofisticado não resolve a falta de confiabilidade das informações de origem.

Por isso, a Y3 continua defendendo que a qualidade dos dados, a clareza dos critérios e o conhecimento da operação devem vir antes da recomendação.

A tecnologia amplia a capacidade de análise. A responsabilidade de interpretar e decidir continua sendo humana.

A mobilidade amadureceu, e sua gestão também precisava amadurecer

Durante muitos anos, o mercado tratou as diferentes frentes da mobilidade corporativa de maneira independente.

Uma solução cuidava das despesas de telecomunicações. Outra gerenciava os dispositivos. O inventário era mantido separadamente. O atendimento seguia seu próprio processo. A segurança estava sob responsabilidade de outra equipe. Contratos e indicadores também eram administrados em ambientes diferentes.

Cada iniciativa poderia funcionar bem isoladamente.

A dificuldade aparecia quando a organização precisava compreender como todas elas se relacionavam.

Ao acompanhar essa evolução, a Y3 percebeu que o desafio das empresas já não estava apenas em adquirir tecnologia. O ponto central era conectar tecnologia, processos, pessoas, dados e responsabilidades.

Essa é a função da Governança da Mobilidade Corporativa.

Governar a mobilidade significa estabelecer critérios para que todo o ecossistema seja administrado de forma coerente. Isso envolve políticas, papéis, indicadores, controles, integração de informações e capacidade de acompanhar o ciclo de vida dos dispositivos.

Uma estrutura de governança ajuda a responder questões essenciais:

Quem decide quais dispositivos serão adquiridos?

Como são definidas as políticas de uso e segurança?

Quais áreas são responsáveis pelas diferentes etapas da jornada?

Como os custos são associados aos usuários e centros de custo?

Como os dados de inventário são mantidos atualizados?

Quais indicadores demonstram eficiência, risco e conformidade?

O que acontece quando um colaborador muda de função ou deixa a empresa?

Como os equipamentos são recolhidos, reaproveitados ou descartados?

Essas perguntas demonstram que a mobilidade deixou de ser apenas um tema operacional. Ela está relacionada à segurança da informação, à produtividade, à experiência do colaborador, ao controle financeiro, à sustentabilidade e à continuidade dos negócios.

No conteúdo O que é Governança da Mobilidade Corporativa?, aprofundamos esse conceito e mostramos como ele pode ser estruturado nas organizações.

Governança da Mobilidade Corporativa

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Os próximos quinze anos já começaram

Celebrar quinze anos nos permite olhar para tudo o que foi construído desde 2011.

Também nos obriga a olhar para frente.

A mobilidade corporativa continuará se transformando. A inteligência artificial terá uma participação crescente na análise das operações, na automação de tarefas e na identificação de riscos e oportunidades. Os dispositivos estarão cada vez mais conectados aos processos centrais das empresas. A integração entre plataformas deixará de ser uma evolução desejável e passará a ser uma exigência operacional.

Ao mesmo tempo, temas como segurança, privacidade, experiência do usuário, eficiência financeira e sustentabilidade ganharão ainda mais relevância.

Esse cenário amplia as possibilidades, mas também aumenta a complexidade.

Quanto mais importante a mobilidade se torna para a operação, maior é a necessidade de governá-la com clareza.

Acreditamos que os próximos anos serão marcados pelo amadurecimento da Governança da Mobilidade Corporativa como uma disciplina estratégica. As organizações precisarão superar a visão fragmentada de linhas, aparelhos e contratos para compreender toda a jornada e as relações entre seus diferentes componentes.

É para contribuir com esse amadurecimento que este portal existe.

Queremos registrar aprendizados, compartilhar boas práticas, discutir desafios e ajudar empresas a tomar decisões mais consistentes sobre sua mobilidade.

Em 2011, nosso trabalho começou transformando páginas de faturas em informações compreensíveis.

Quinze anos depois, continuamos fazendo essencialmente a mesma coisa em uma escala muito maior: organizando dados, conectando conhecimentos e apoiando decisões.

As ferramentas mudaram. O mercado mudou. A mobilidade mudou.

Nossa disposição para aprender e evoluir ao lado dos clientes permanece.

Uma história construída por muitas pessoas

No dia 7 de julho de 2026, a Y3 completou quinze anos.

Essa trajetória foi construída pelos sócios, pelos profissionais que fizeram e fazem parte da empresa, pelos parceiros que contribuíram em diferentes momentos e, sobretudo, pelos clientes que confiaram em nosso trabalho.

Cada projeto trouxe novos aprendizados. Cada dificuldade ajudou a aprimorar nossos processos. Cada transformação do mercado nos incentivou a desenvolver uma visão mais ampla.

Este artigo registra uma parte dessa história, mas nenhuma narrativa seria capaz de reunir todas as pessoas, decisões e experiências que nos trouxeram até aqui.

A todos que participaram dessa caminhada, nosso agradecimento.

Aos que chegaram recentemente, sejam bem-vindos.

Ainda temos muito a construir.

E acreditamos que o melhor da mobilidade corporativa ainda está por vir.


Linha do tempo da evolução da Y3

2011 — O início

A Y3 é fundada em 7 de julho, com foco na análise de faturas corporativas e no apoio à gestão das despesas de telecomunicações. Os primeiros relatórios são construídos manualmente em planilhas Excel e enviados aos clientes em PDF.

Os primeiros anos — TEM e cultura orientada por dados

A análise das faturas evolui para uma atuação mais abrangente em Telecom Expense Management, reunindo custos, contratos, linhas, inventários e processos de telecomunicações.

A expansão dos smartphones — Um novo desafio

Os dispositivos móveis ganham valor, capacidade e importância para as operações. A Y3 amplia sua atuação para Mobile Device Management, segurança, configuração e controle dos equipamentos corporativos.

Uma visão mais completa — A Jornada do Dispositivo

A experiência acumulada revela que aquisição, configuração, entrega, uso, suporte, inventário, troca e descarte fazem parte de um único ciclo, que precisa ser administrado de forma contínua.

A conexão dos ecossistemas — O Yntegra

A necessidade de organizar informações provenientes de diferentes ferramentas e processos conduz à criação do Yntegra, ampliando a capacidade de orquestrar a mobilidade corporativa.

2026 — Governança da Mobilidade Corporativa

Ao completar quinze anos, a Y3 consolida um novo posicionamento: organizar, operar, conectar e governar a mobilidade corporativa, contribuindo para que as empresas administrem todo esse ecossistema de forma estratégica.


Este artigo faz parte da história da Y3

Este conteúdo foi publicado em comemoração aos quinze anos da Y3 Gestão e registra parte da evolução da empresa e da mobilidade corporativa ao longo desse período.

Mais do que contar nossa história, ele representa o compromisso de continuar compartilhando conhecimento e contribuindo para o amadurecimento da Governança da Mobilidade Corporativa no Brasil.

Nossa história continua sendo escrita todos os dias. Depois de tudo o que construímos até aqui, seguimos preparados para os próximos capítulos.


Os próximos quinze anos da mobilidade já começaram

Conheça a visão da Y3 sobre Governança da Mobilidade Corporativa e avalie como sua organização conecta pessoas, dispositivos, custos, segurança, dados e operações.

Conhecer o Yntegra

Este artigo faz parte do guia essencial: O que é Governança da Mobilidade Corporativa?

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