03 de abr. de 2026 · 3 min de leitura
Maximizando o Valor Empresarial: Uma Abordagem Eficiente para a Gestão de Ativos de TI

Diretor de Inovação

A gestão eficiente de ativos de TI aumenta o valor ao controlar aquisição, uso, manutenção, custos, riscos e destinação ao longo do ciclo de vida.
No contexto da mobilidade corporativa, smartphones, tablets e acessórios precisam estar relacionados a usuários, linhas, contratos, políticas de segurança e processos operacionais.
O que é gestão do ciclo de vida de ativos
O ciclo de vida inclui:
- planejamento;
- aquisição;
- recebimento;
- cadastro;
- preparação;
- entrega;
- uso;
- manutenção;
- recolhimento;
- reutilização ou destinação.
Cada etapa gera informações e responsabilidades.
Sem registro, o ativo perde rastreabilidade e pode gerar custo ou risco.
Inventário e rastreabilidade
O inventário deve identificar:
- número de série;
- IMEI;
- modelo;
- usuário;
- linha;
- centro de custo;
- localização;
- status;
- garantia;
- condição;
- histórico.
A rastreabilidade permite saber quem utilizou o ativo e quais movimentações ocorreram.
Ela também facilita auditoria, suporte e recolhimento.
Uso, manutenção e disponibilidade
Durante o uso, a empresa deve acompanhar:
- condição;
- chamados;
- falhas;
- manutenção;
- tempo de indisponibilidade;
- substituições;
- acessórios;
- conformidade.
Um ativo com muitas falhas pode ter custo total superior ao de substituição.
A manutenção precisa ser registrada para apoiar decisões futuras.
Custos, riscos e planejamento de substituição
O custo não se limita ao preço de compra.
Inclui:
- configuração;
- licenças;
- linha;
- acessórios;
- suporte;
- manutenção;
- logística;
- indisponibilidade;
- reposição;
- descarte.
A empresa deve analisar idade, garantia, atualizações e criticidade.
Um plano de substituição reduz compras emergenciais e melhora previsibilidade.
Segurança ao longo da jornada
O ativo deve receber proteção desde a preparação.
Isso inclui:
- MDM;
- autenticação;
- criptografia;
- aplicativos;
- acessos;
- atualização;
- bloqueio;
- limpeza.
Na transferência ou desligamento, dados e acessos precisam ser removidos.
A segurança depende da conexão entre ativo e usuário.
Reuso e recuperação de valor
Equipamentos em boas condições podem ser reutilizados.
O processo deve incluir:
- recolhimento;
- avaliação;
- limpeza;
- manutenção;
- atualização;
- novo vínculo;
- registro.
Ativos sem uso podem ser recomprados, vendidos, reciclados ou descartados.
A recuperação de valor depende de rapidez e condição.
Indicadores para gestão de ativos
Alguns indicadores são:
- ativos sem usuário;
- idade média;
- equipamentos em manutenção;
- tempo de reparo;
- taxa de reutilização;
- perdas;
- dispositivos fora de garantia;
- custo por modelo;
- prazo de recolhimento;
- ativos aguardando destinação.
Indicadores ajudam a priorizar ações.
Integração com outros processos
A gestão de ativos precisa conectar:
- compras;
- RH;
- MDM;
- telecom;
- Service Desk;
- financeiro;
- logística;
- segurança.
Uma admissão pode gerar preparação. Um desligamento pode gerar bloqueio e recolhimento.
Integrações reduzem atrasos e divergências.
A experiência da Y3
A Y3 identifica que o valor de um ativo depende da qualidade das informações e dos processos ao seu redor.
Um dispositivo sem usuário, status ou histórico confiável dificulta suporte, segurança, reposição e recuperação financeira.
A rastreabilidade permite utilizar melhor o parque existente.
Conclusão
A gestão de ativos móveis transforma equipamentos isolados em recursos controlados.
Ao conectar inventário, custos, segurança e ciclo de vida, a empresa reduz perdas e toma decisões mais consistentes sobre compra, uso, manutenção e destinação.
Faça o Diagnóstico do Yntegra
Descubra o nível de maturidade da sua governança de mobilidade com a tecnologia Yntegra, aplicada pelos especialistas da Y3 Gestão.
